Queda de pêlos perturba donos e animais

São Sebastião
A queda de pêlos nos animais de estimação, que são mais notadas em cães e gatos, é um dos assuntos mais reclamados aos veterinários pelos donos dos bichinhos, perdendo apenas para o “fazer xixi e cocô fora do lugar quando filhote”.

Para a queda de pêlos o médico veterinário Walter Tavares da Silva orienta:
1 – Examine bem toda a pele de seu bichinho: ela não pode ter manchas, des-camações, cor avermelhada, estar mais quente ou com odor forte de “gordura velha”.

Estes são sintomas de doença de pele que leva à queda de pêlos e, a posteriori, à presença de ectoparasitas (bonito nome para pulgas, carrapatos e piolhos), devendo o animal ser examinado pelo médico veterinário para um tratamento adequado. Sarnas, micoses, atopias, dermatites, eczemas, etc, são flagelos de difícil solução...

2 – Banhos semanais, demorados, muito quentes, com produtos inadequados, provocam descamação das camadas superiores da derme, com morte desta e conseqüente cheiro, o que provoca outro banho mais forte, mais quente com mais produtos e tudo recomeça, levando à queda de pêlos...

3 – Os pêlos longos, aqueles de raças de regiões frias (Husty, São Bernardo, Collie, Labrador), e seus mestiços, possuem um sub-pêlo crespo, fino e abundante que os protegem das condições climáticas frias. Vivendo as incertezas do nosso clima derrubam muito pêlo e incomodam sujando a casa, o quintal, as roupas do varal, os ralos e claro, o proprietário e o coitado do médico veterinário.

4 – Os de pêlo baixo, muito curto (Fox, Pincher, Beagle, Weimaraner, todos os viras), estes derrubam pêlos de verdade, sem trégua. Cães de exposição destas raças são “escovados” o tempo todo para retirar os pêlos mortos que tiram o brilho da pelagem. Não adianta ter pêlos curtos, eles também têm queda de pêlos...

5 – Que alimento está sendo oferecidos ao seu bichinho? Prefira em 98% as rações industrializadas. Elas são pesquisadas e elaboradas para os melhores resultados com a raça, porte, idade de seu animalzinho. A quantidade e qualidade delas será orientada pelo seu/dele médico veterinário. Pequenos e grandes erros são cometidos todos os dias e podem levar à perigosíssima “queda de peêlos”!
Segundo os mais recentes dados coletados pelo Ibama, IBGE, CUJ, etc, existem outros 845 motivos para a perigosa queda de pêlos, ficando claro que sua análise demandaria um pouco mais de espaço, mas fica fácil perceber que muitas das causas são chamados “erros de manejo” associados a uma ou mais causas agravantes. A orientação aos amigos leitores/criadores é a seguinte:

Examine a pele de seu animalzinho: ele está sem lesões, odores, etc?
Seja longa, ou seja curta a pelagem, os banhos estão na forma correta, a alimentação está bem orientada pelo seu/dele médico veterinário e ele não está com uma das outras 845 manifestações? Então proceda assim:
Combata pulgas, carrapatos e piolhos (eles são muito comuns, acredite), dê banhos mensais, rápidos, com água mais para fria, sabonete para cães. Leve-os ao Pet Shop, lá um profissional fará tudo isso por você.

Quanto à alimentação, sempre ração de boa qualidade, na quantidade certa. Nunca deixe o prato cheio o dia todo pois isto cria um mau hábito de comer sem parar, levando a mais eliminação de fezes, com perda de nutrientes, emagrecimento e a terrível queda de pêlos.

Se a queda é acentuada, tudo no quintal ou na sala, e tem a mesma cor da pelagem de seu cãozinho, então a coisa é séria, acrescente o bom e popular óleo de soja. Uma colher de chá nas refeições, complemente com vitaminas A, D e E nas doses indicadas pelo veterinário e escove-o com uma escova apropriada que remova quantidades absurdas de pêlos mortos todos os dias. Você ficará assustado no primeiro e segundo dia, mas em 4 dias estará brilhante e mais firme. Repita este procedimento uma semana ao mês..

Mastim ou Mastino
Napolitano:

AHistória:
A raça é bastante antiga, sendo citado por grandes oradoras da Roma antiga. Caracterizava-se por ser um bom cão guardião, que tem que ser preto ou escuro para aterrorizar o ladrão de dia e poder atacar à noite sem ser visto. Mas a origem da raça continua sendo um assunto bastante controverso. Alguns historiadores afirmam que o Mastim seria descendente de cães que teriam sido levados da Índia para Roma por “Alexandre O Grande”. Mas em geral todas as correntes acreditam que o mastim colaborou para a constituição de muitas variedades de molossos como o Rottweiler e o São Bernardo.

Personalidade: O Mastim é extremamente leal ao seu dono. Possui uma boa índole, mas tem um temperamento muito forte. Apesar de ter paciência com as brincadeiras infantis, é sempre bom supervisionar o contato com as crianças por causa do seu porte físico, mas é muito afável com quem conhece. Sua cabeça é considerada a maior entre as raças caninas e até em razão do seu porte físico, o Mastim não é um cão muito agitado ou ativo, mas precisa de muito espaço.

È muito atento ao que seu dono lhe transmite, porisso pode ser mantido num canto o tempo que o seu dono desejar, do mesmo jeito que atacará uma pessoa se o seu dono mandar. Para delimitar o território que lhe será destinado à guarda, ele fareja o local todo, durante os dois primeiros dias, marca os cantos com urina, circula sem correr pelo ambiente, ao qual se apega em demasia. Este grande apego ao dono e ao seu território faz com que o Mastim demonstre uma profunda aversão a estranhos. Não costuma latir desnecessariamente, mas se o faz o efeito é realmente aterrorizante.

Filhote: A principal característica de um filhote de Mastim é o crescimento acelerado. Assim, o principal cuidado é com a alimentação, que precisa ser rica em cálcio e vitaminas. Seus olhos podem ser azuis até os seis meses, mas depois devem escurecer acompanhando a cor da pelagem. O mastim só atinge seu auge físico aos três anos, quando pode chegar a pesar 85 quilos.

Problemas comuns à raça: os principais e mais graves problemas da raça são devidos a sua estrutura física, como a displasia coxofemoral, que é a má formação do encaixe do fêmur com a bacia; obesidade, torção gástrica e dermatite.


Cupins pecam pela insistência


Eles existem na Terra há mais tempo que o homem. Foram encontrados restos fossilizados com 55 milhões de anos. Durante esse período, os cupins tem desempenhado um papel fundamental na decomposição de matéria orgânica, contribuindo para a incorporação de nu-trientes e fertilidade do solo.

Desde que o homem começou a construir habitações com estruturas de madeira é que se conhecem os danos causados por esse inseto. Como existem várias espé-cies é importante saber identificar a espécie a ser controlada. As mais conhecidas são cupins de madeira seca e cupins subterrâneos.

Os cupins de madeira seca vivem em madeira com baixo teor de umidade. Quando infestam móveis, o ataque é discreto, podendo formar colônias dentro da peça. Essas peças, quando transportadas, favorecem sua dispersão. A melhor prevenção é o uso de madeira tratada e aplicar produto para controle de cupim nas superfícies não acabada dos móveis.

Os cupins subterrâneos constroem seus ninhos no solo e também nos vãos entre lajes e paredes duplas. O sinal típico de ataque são os caminhos (túneis) que eles fazem sobre alvenaria ou outro material. Esses túneis são feitos com terra, fezes e saliva. Servem para protegê-los de predadores, perda de água e outros contratempos. Seu controle é difícil, não sendo recomendado que se aplique qualquer produto, pois a infestação tende a se espalhar pela área.