Quando adquirimos um cão, não pensamos que ele vai ficar velho. Normalmente não sabemos quando começa a velhice e nem estamos preparados para ela.
De um modo geral, podemos dizer que eles começam a envelhecer aos 7 ou 8 anos. Nos casos de maior longevidade, existem dois fatores envolvidos: a predisposição do organismo e os cuidados que o animal receberá quando começar a envelhecer .
O dono deve ficar atento e conhecer as outras doenças que podem acometer seu animal a partir dos 7 ou 8 anos de idade.
O Dr. Marcos Tasi Inove, chama a atenção para alguns problemas físicos que podem acometer o seu cãozinho.
Calcificação nas vértebras das colunas (bico de papagaio), hérnia de disco e artroses.
Os sintomas são mancar, dificuldade de subir em locais mais altos.
O tratamento é em repouso e medicação dada pelo veterinário alguns casos necessitam de fisioterapia, cirurgia e acupuntura.
Doenças cardíacas: muitos cães idosos têm alterações cardíacas, outros apresentam sinais, como cansaço alem do normal durante passeios, tosse, que pode parecer engasgo após exercícios, ofegação e língua arroxeada. Pode ser diagnosticada por exame clinico e eletrocardiograma.
Catarata: é a perda gradativa da visão. Com o passar do tempo a catarata evolui e o animal passa a não enxergar, já que o cristalino fica totalmente opaco.
Insuficiência renal crônica: é quando o rim perde a capacidade de selecionar o que é bom ou mau para o organismo e não consegue reter mais água. Os principais sinais são: emagrecimento, ingestão exagerada de água, urina em grande quantidade, perder de apetite, vômitos, anemia.
Piometra: Cadelas que apresentam sinais de perda de apetite, vômitos, maior volume do abdômen, encaminhados ao veterinário imediatamente. A piometra é uma infecção que acomete cadelas idosas. O útero se enche de secreção purulenta e o animal se intoxica pela absorção desse pus pelo organismo.
Tumores: nas cadelas, o tumor mais comum é o mamário, mas podem ser percebidos facilmente pelos proprietários como um ou vários nódulos nas mamas das cadelas. Todo nódulo que aparece em um cão, idoso ou não, deve ser avaliado pelo veterinário.
Diabete: ela pode aparecer em qualquer cão. O cão diabético torna-se magro, embora tenha muito apetite. Bebe água exageradamente e urina demais. Pode apresentar catarata associada. O tratamento é feito com administração de insulina e controle de glicemia.
Perda dos dentes: É algo que o dono pode e deve prevenir. O cão perde os dentes, normalmente por acúmulo de tártaro. Os animais devem ser avaliados anualmente desde jovens e a prevenção e ou remoção do tártaro quando necessário, devem ser feito.
Conheça o calendário de vacinas fique prevenido
Claro que você deve consultar o médico veterinário pra saber qual o calendário de vacina adequado ao seu animal de estimação. Nada obstante, vale como lembrete.
Cães
• Óctupla ou polivalente
Protege contra cino-mose, parvovirose, hepatite, leptospirose, parainfluenza e coronavirose, e pode ser aplicada quando o animal tiver 45 a 60 dias de idade. O reforço deve ser em 2 doses, 21 a 30 dias após a dose anterior, além da dose de reforço anual.
• Contra raiva
Protege contra raiva e pode ser aplicada quando o animal tiver 5 meses de idade. O reforço deve ser 21 a 30 dias após a primeira dose, além da dose de reforço anual.
• Contra giardíase
Protege contra giardíase e pode ser aplicada partir de 60 dias de idade. O reforço deve ser 21 a 30 dias após a primeira dose, além da dose de reforço anual.
• Traqueobronquite canina
Protege contra a tra-queobronquite canina e pode ser aplicada partir de 60 dias de idade. O reforço deve ser anual.
• Contra leptospirose
Protege contra a leptospirose e só precisa ser aplicada 6 meses após a terceira dose da óctupla. O reforço deve ser anual.
Gatos
• Tríplice
Protege contra panleu-copenia, rinotraqueíte e calicivirose, e pode ser aplicada quando o animal tiver 60 dias de idade. O reforço deve ser 21 a 30 dias após a primeira dose, além da dose de reforço anual.
• Quádrupla
Protege contra panleu-copenia, rinotraqueíte, calicivirose e clamidiose, e pode ser aplicada quando o animal tiver 60 dias de idade. O reforço deve ser 21 a 30 dias após a primeira dose, além da dose de reforço anual. A aplicação desta vacina dispensa o uso da tríplice.
• Quíntupla
Protege contra panleu-copenia, rinotraqueíte, calicivirose, clamidiose e FELV (Vírus da leucemia felina), e pode ser aplicada quando o animal tiver 60 dias de idade. O reforço deve ser 21 a 30 dias após a primeira dose, além da dose de reforço anual. A aplicação desta vacina dispensa o uso das vacinas tríplice e quádrupla.
• Contra raiva
Protege contra raiva e pode ser aplicada quando o animal tiver 5 meses de idade. O reforço deve ser 21 a 30 dias após a primeira dose, além da dose de reforço anual.
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São Bernardo
OColosso da espécie canina, símbolo legendário de força e abnegação. O Cão São Bernardo desperta as admirações incondicionais do homem, que aprecia suas extraordinárias qualidades estéticas, sua fidelidade e inteligência.
A história deste cão célebre está ligada a da Hospedaria de São Bernardo, fundada pouco antes do ano 1000 pelo jovem Bernardo de Mentón, com a finalidade de recolher os caminhantes e extraviados aos quais surpreendera a tormenta ficando sepultados na neve. Após a morte de Bernardo, várias gerações de monges seguiram o seu exemplo; Em 1820, a raça estava ameaçada de extinção. Não foi fácil a sua restauração porque os monges se preocuparam mais pela robustez dos exemplares que por suas qualidade estéticas.
Desde há muitíssimo tempo existem dois tipos de São Bernardo: o exemplar de pêlo longo e o de pêlo curto. Os monges da Hospedaria cuidaram, em especial, da produção de exemplares de pêlo curto, e com boas razões: o pêlo longo oferece bom apoio para a neve que, ao pousar-se nele, transforma-se em grossas agulhas de gelo duríssimas e pesadas, que às vezes tornam impossíveis os movimentos do animal: já aconteceu de alguns exemplares morreram aprisionados nesta couraça de gelo.
O São Bernardo é um amigo de peso por causa do seu porte extraordinário, que o torna o mais pesado entre os cães usados para companhia, atraindo donos especiais. Embora tenham um porte gigante e uma fantástica massa muscular, que pode chegar próximo aos cem quilos e a um metro de altura, o tipo de interesse que despertam nas pessoas é bem diferente. O São Bernardo agrada mesmo é como companheiro, com seu temperamento dócil e jeito bonachão. O amistoso e tranqüilo São Bernardo ganhou fama pelas ações altruístas de salvar vítimas na neve. .
O São Bernardo se destaca como sendo mais sociável com estranhos. “Isso não quer dizer que deixará um estranho fazer o que quiser”, diz o presidente do clube da raça na Suíça, Roland Hands. “Se um desconhecido entrar em seu território e o dono estiver junto da pessoa, o São Bernardo vai aceitá-lo. Mas se entrar na ausência do dono, primeiro vai usar artimanhas para persuadi-lo a sair: latir, rosnar, pôr o corpo na frente. Se não funcionar, daí, em última instância, ele ataca”.
O São Bernardo é um cão extremamente amoroso, que adora os seus donos. O seu comportamento chega quase a ser possessivo. È difícil estabelecer quem manda em quem, pois ele está sempre te procurando para que faça um carinho nele. Passa a maior parte do tempo dormindo e algumas horas do dia ele acorda com muita energia, corre, pula em você, enfim, adora brincar. Mas isso dura no máximo 1 hora. Depois, mais sono...
Apesar do tamanho, o São Bernardo convive tranqüilamente com outros cães na sua casa. É bastante obediente quanto aos lugares em que ele pode ficar.
Alimentação: Como todo cão grande, o seu metabolismo é lento, por isso, proporcionalmente ele não come muito. É muito importante que ele tenha água sempre fresca a disposição.
Higiene: Não gostam de ficar em lugares sujos, assim procuram fazer suas necessidades em locais distantes do local onde se alimentam. Tanto a urina quanto as fezes não possuem fortes odores.
Cuidados: Como cães de grande porte, o São Bernardo pode sofrer de displasia, mas este mal é controlado se você adquire seu animal em um criador responsável, já que esta doença é genética e recessiva..
Eu sou o PANDA.
Vivia na rua até minha mãe me adotar. Hoje sou muito feliz pois tenho comida, água e casinha.
Recebo muito amor e gostaria que meus amigos da rua um dia também fossem adotados |
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